
De tempos em tempos, o Brasil precisa de reformas. O país opera em ciclos de um governo reformista para outro gastador. O último ciclo reformista ocorreu com Michel Temer. Jair Bolsonaro deu continuidade às reformas iniciadas pelo seu antecessor, mas a pandemia atrapalhou a execução de um projeto fiscal mais austero. Se não fosse a crise global de Covid-19, que elevou a despesa do governo consideravelmente, Paulo Guedes poderia avançar mais com as reformas da máquina pública.
Apesar da pandemia, Luiz Inácio Lula da Silva herdou a casa relativamente arrumada, mas não deu continuidade as reformas. Ao contrário, requentou políticas econômicas do seu segundo mandato e do governo Dilma Rousseff. Seu governo é marcado pela expansão do gasto público. Gastou tanto, que a própria ministra do planejamento admitiu que, em 2027, as contas públicas vão colapsar.
Com a crise fiscal chegando, não há outra alternativa: é necessário um presidente reformista. Ninguém quer crise fiscal, nem a população e nem o Centrão que precisa do país minimamente arrumado para continuar tendo dinheiro para as suas emendas.
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Com esse cenário, o Centrão já escolheu o seu candidato à presidência da república: Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo. Pragmático, reformista, de direita e pouco ideológico. Agora, só basta fechar questão com Bolsonaro.
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