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    Governo Lula enfraquece projeto de combate ao crime organizado
      Risco de perda de poder político e falta de dinheiro fazem o Executivo recua

Governo Lula enfraquece projeto de combate ao crime organizado

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Governo Lula enfraquece projeto de combate ao crime organizado

Risco de perda de poder político e falta de dinheiro fazem o Executivo recuar na criação de agência especializada

Fabio Boueri

25 ago 2025
– 21h05

| 2min de leitura

Jornalista, pós-graduado em marketing e mestre em comunicação e consumo. Especialista em comunicação e consumo e análise política.

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Lula e Lewandowski: novo aceno a medidas de relaxamento contra o crime organizado | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O governo Lula da Silva decidiu abortar a ideia de levar ao Congresso a proposta de criação da Agência Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas. O Executivo extraiu a agência do anteprojeto antimáfia. A possível autarquia constava da minuta final entregue na semana passada ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o recuo atende à pressão da Polícia Federal (PF). A entidade teme conflitos de competência com suas atividades. Havia ainda questionamentos de assessores jurídicos do governo e de políticos. As duas classes receiam a perda de poder e autonomia na definição de estratégias.Governo usa crise fiscal como justificativaA ideia da agência surgiu entre especialistas em segurança. Ela contava com apoio de integrantes dos Ministérios Públicos especializados no combate ao crime organizado. O objetivo era replicar no Brasil o modelo da Direção Investigativa Antimáfia, da Itália. No entanto, o Executivo considerou que um novo órgão, com cargos e salários, seria conflitante assim com a política de contenção de gastos e de reforma administrativa. O governo sustenta sobretudo que o texto final mantém medidas de endurecimento contra organizações criminosas. Entre elas estão a punição de bandidos por domínio territorial e criação de pessoas jurídicas para infiltração em quadrilhas. Prevê, ainda, o aumento das condenações para integrantes e líderes dessas organizações.Leia também: “Governo na UTI”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 284 da Revista OesteAtualmente, as penas variam de 3 a 5 anos O projeto eleva as sentenças de 8 para 10 anos de prisão, sem prejuízo de outras infrações. Conforme o status da organização, a pena pode subir para 12 a 20 anos. Do mesmo modo, o texto propõe mais rigor em punições para crimes na internet e lavagem de dinheiro por meio de moedas virtuais.+ Leia mais notícias de Política na Oeste

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Ricardo Severino, 50, Casado, Jornalista, Radialista, Desenvolvedor Web, Criador de conteúdo - MTB - 95472/SP

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