
A Advocacia-Geral da União (AGU) do governo Lula está em tratativas finais para contratar um escritório de advocacia nos Estados Unidos para lidar com as sanções impostas pelo governo Donald Trump.
O foco inicial da contratação, segundo fontes do governo brasileiro, não é ingressar com nenhuma ação concreta na Justiça americana. O objeto, de início, será apenas serviços de consultoria.
4 imagensFechar modal.1 de 4Presidente LulaReprodução2 de 4Presidente LulaBRENO ESAKI/METRÓPOLES3 de 4Lula x TrumpArte/Reprodução4 de 4
A AGU, que não tem servidores próprios em Washington, quer usar os serviços do escritório para entender cenários e os efeitos jurídicos de algumas sanções, como a Lei Magnitsky.
“Não está no horizonte nenhuma ação concreta, por ora. Não dá para ficar com opinamento sem ser embasado”, resumiu à coluna uma fonte graduada do governo brasileiro que acompanha o tema.
Esse auxiliar do presidente Lula afirma que há muita opinião circulando “de forma amadora”. “E não dá para ficar assombrado com cada live do Paulo (Figueiredo) e Eduardo (Bolsonaro)”, diz.
Por ora, a AGU de Lula não informa o nome do escritório americano. O órgão promete divulgá-lo apenas quando o contrato já tiver fechado. A expectativa é de que isso ocorra nos próximos dias.
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Além da AGU, o Itamaraty mantém contrato com um escritório de advocacia americano, o “Baker McKenzie”. Segundo o ministério, a banca cuida de “questões relativas a comércio internacional”.
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