Moraes dá 5 dias à PGR para se manifestar sobre prisão de Bolsonaro

pgr eduardo bolsonaro Moraes também cobrou que a PGR avalie o relatório final da Polícia Federal (PF) | Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ampliou para cinco dias o prazo para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a situação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. O novo limite se encerra na segunda-feira 1º, um dia antes do início do julgamento do ex-presidente na Corte.

A manifestação deve abordar o suposto descumprimento de medidas cautelares por parte de Bolsonaro e o agravo imposto pela defesa.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Moraes também cobrou que a PGR avalie o relatório final da Polícia Federal (PF). A corporação indiciou Jair e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo e suposta tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Com isso, a PGR precisa se posicionar até a véspera do julgamento do chamado “núcleo 1” da “trama do golpe”, que reúne oito réus, entre eles Bolsonaro. A análise ocorrerá de 2 a 12 de setembro na 1ª Turma do STF.

YouTube video

Bolsonaro será vigiado de forma integral pela Polícia Penal

Além da cobrança à PGR, Moraes determinou o monitoramento integral de Bolsonaro pela Polícia Penal do Distrito Federal.

Moraes tomou a medida depois de o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) informar à PF que haveria risco de fuga do ex-presidente. O petista, em sua justificativa, citou a proximidade entre a residência de Bolsonaro e a Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília.

+ Leia também: “Michelle relata dificuldade depois de monitoramento de Bolsonaro: ‘Humilhação’”

O magistrado também mencionou as “ações incessantes” de Eduardo, que se encontra atualmente nos Estados Unidos, como elemento adicional para justificar a intensificação da vigilância.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto. A PGR ainda pode decidir se oferece denúncia formal contra ele e o filho com base no relatório da PF. O Ministério Público não precisa seguir todas as conclusões da polícia, podendo modificar a tipificação dos crimes ao apresentar a acusação.

0 comentários

<button
data-text-opened='

Ocultar comentários’
data-text-closed=’

Comentários exclusivos para assinantes. ‘
data-comments=”comments-for-2107635″
class=”comments__button comments-visibility-toggle btn btn-large btn–primary”
data-cy=”btn_hide_comment”
>

Comentários exclusivos para assinantes.

Entre
ou assine
para enviar um comentário.

Comentário

x

Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.

Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.

Continue lendo

Fonte: link original

Please follow and like us:

Redação

Ricardo Severino, 50, Casado, Jornalista, Radialista, Desenvolvedor Web, Criador de conteúdo - MTB - 95472/SP

Datafolha: 96% apoiam prova obrigatória para médicos formados

Governo Municipal de Caraguatatuba abre processo seletivo para estagiários de oito cursos