Na sentença publicada na última sexta-feira (22/8), a 1ª Vara da Comarca de Penápolis, no interior de São Paulo, condenou em 1ª instância um padre do munícipio

Quem é o padre condenado a 26 anos de prisão por estupro de coroinha

Na sentença publicada na última sexta-feira (22/8), a 1ª Vara da Comarca de Penápolis, no interior de São Paulo, condenou em 1ª instância um padre do munícipio

Na sentença publicada na última sexta-feira (22/8), a 1ª Vara da Comarca de Penápolis, no interior de São Paulo, condenou em 1ª instância um padre do munícipio a 26 anos e oito meses de prisão pelo crime de estupro, cometido ao longo de cinco anos contra um coroinha.

O padre Antônio de Souza Carvalho, de 67 anos, é mais conhecido como Toninho e começou sua atuação na Paróquia Sagrada Família, em Penápolis, em 2001.

4 imagensPadre Antônio de Souza Carvalho atuou na paróquia Sagrada Família em Penapólis, onde os abusos aconteceram Ele ainda pode recorrer da pena em liberdade, segundo a decisão da 1ª Vara da comarca de Penapólis, publicada na última sexta (22/8)Segundo a Diocese de Lins, responsável pela paróquia, o padre já foi afastado de suas funções e um processo penal foi instauradoFechar modal.1 de 4

Padre de Penapólis, no interior de São Paulo, foi condenado a 26 anos de prisão por estupro de um coroinha

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Padre Antônio de Souza Carvalho atuou na paróquia Sagrada Família em Penapólis, onde os abusos aconteceram

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Ele ainda pode recorrer da pena em liberdade, segundo a decisão da 1ª Vara da comarca de Penapólis, publicada na última sexta (22/8)

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Segundo a Diocese de Lins, responsável pela paróquia, o padre já foi afastado de suas funções e um processo penal foi instaurado

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Segundo a Diocese de Lins, ele atuou como pároco na Nossa Senhora Rainha dos Anjos, em Reginópolis, interior paulista, ao longo de quase dez anos, e foi transferido em 2023 para a região de Luziânia.

O padre ainda consta no quadro da diocese. Apesar disso, em nota, o bispo de Lins, João Gilberto de Moura, que assinou a nota da diocese, afirmou que ele já foi afastado de suas funções.

O crime do padre

Segundo o processo, o padre Antônio abusou sexualmente do coroinha ao longo de cinco anos, entre 2009 e 2014. O crime começou quando a vítima se mudou e passou a frequentar a paróquia Sagrada Família, em Penápolis.

O sacerdote, de acordo com o relato da vítima, que tinha 13 anos à época, passava a mão em seu corpo e tentava beijá-lo. O coroinha denunciou apenas após atingir a maioridade, pois tinha medo e via o padre como uma “figura divina”.

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Interrogado durante a audiência de instrução e julgamento, Antônio negou as acusações e afirmou que era conhecido por suas “demonstrações de carinho”. Um processo penal administrativo já está em curso para apurar a situação.

A reportagem buscou a defesa do religioso, mas não a localizou. O espaço permanece aberto.

Fonte: link original

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Redação

Ricardo Severino, 50, Casado, Jornalista, Radialista, Desenvolvedor Web, Criador de conteúdo - MTB - 95472/SP

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