O enrocamento de pedras, que sustenta o pavimento e o guarda-corpo, apresentou movimentações e desagregações que comprometem a segurança de quem circula pelo espaço. Diante do risco real à segurança de quem frequenta o local, a interdição é a medida mais responsável a adotar”, afirma o secretário de Obras Públicas, engenheiro Gilson Mendes de Souza. A administração municipal vai contratar uma auditoria independente para examinar a concepção e a execução do projeto original. A comunicação realizada pela empresa Era Técnica Engenharia, responsável pela obra de urbanização do local, à Secretaria de Obras relata que o enrocamento se movimenta mesmo em condições climáticas normais, comprometendo a urbanização assentada sobre a estrutura. Em janeiro de 2025, a Secretaria de Obras Públicas notificou a empresa responsável pela urbanização do molhe por serviços não executados e defeitos na execução de áreas já concluídas.
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