Compartilhar matéria A CEMDP (Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos) elaborou um relatório apontando que o ex-presidente da República, Juscelino Kubitschek, foi vítima de um assassinato — e não de um acidente envolvendo um Opala e um ônibus, que acarretou na morte do parlamentar e do motorista Geraldo Ribeiro, em 22 de agosto de 1976, no final da ditadura militar. Agora, o documento revisa os eventos da morte de Juscelino e diz que, na verdade, ele foi assassinado. Não foram revelados detalhes da nova investigação, da relatora Maria Cecília Adão, sendo que o relatório está em processo de avaliação, segundo o ministério dos Direitos Humanos. O contexto brasileiro da ditadura militar levou Juscelino a ser considerado um perseguido político do regime. Na época, Castello Branco cassou seus direitos militares por cerca de dez anos. Um dos motivos apontados era pela popularidade do ex-presidente, que era o favorito a assumir a chefia do Executivo em 1965 — aproximadamente, um ano depois do golpe. A CNN aguarda retorno de Maria Cecília com mais detalhes do relatório. Versão oficial JK morreu num acidente automobilístico no mesmo dia.
Redação Jornal Voz do Litoral
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