Na tarde de 17 de outubro de 1989, a região da Baía de San Francisco vivia um momento de aparente tranquilidade enquanto milhares de moradores assistiam, de casas, bares e restaurantes, ao confronto entre Giants de San Francisco e Athletics de Oakland. Poucos minutos antes do início do terceiro jogo, um terremoto de magnitude 6,9 na escala Richter sacudiu a área, interrompendo o evento esportivo mais aguardado do ano para os amantes do beisebol. As autoridades registraram 67 mortos e danos materiais severos, inclusive ao Candlestick Park, estádio onde se disputava a partida da Série Mundial. Apesar do impacto, a estrutura do estádio e de inúmeros edifícios resistiu, evitando uma tragédia maior. O desastre levou à revisão das normas de construção da cidade e à melhoria dos protocolos de preparação e resposta a futuros sismos. O episódio demonstra que tremores podem ocorrer no momento menos esperado, inclusive durante celebrações esportivas de alcance mundial, e reforça a importância de medidas preventivas. Essa lição ganha relevância para o México, país com alta atividade sísmica que será sede da Copa do Mundo, evidenciando a necessidade de preparação rigorosa para eventos de grande porte.
Redação Jornal Voz do Litoral
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