Em entrevista concedida à rádio France Inter, o defensor Konaté abriu o coração ao relatar a depressão que enfrentou após as mortes de seu pai e de Diogo Jota, ex‑companheiro do Liverpool. O atleta explicou que o sofrimento chegou a tirar o interesse pelo futebol, levando-o a considerar a desistência da prática esportiva. Mesmo assim, foi convocado para a Copa do Mundo, ocasião em que afirmou que o Brasil esteve presente em cada lance da competição. A declaração traz à tona o peso emocional que a perda de entes queridos pode exercer sobre a vida de um jogador de alto nível, bem como a vulnerabilidade psicológica que pode surgir mesmo diante de convocações importantes. O relato não menciona detalhes sobre tratamento ou apoio recebido, nem indica se o jogador retomou a atividade plena após o torneio. A entrevista, publicada em meio à cobertura da Copa, destaca a necessidade de atenção à saúde mental de atletas que enfrentam situações de luto e pressão competitiva simultaneamente.
Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação


