A seleção brasileira perdeu a opção de contar com o lateral‑direito da Roma, Wesley, após diagnóstico de lesão no músculo adutor da coxa esquerda. O jogador sentiu dores durante a partida contra o Egito, no último sábado (6), e foi substituído. Exames de imagem, incluindo ressonância magnética, confirmaram a lesão, mas a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não divulgou o grau exato, informação essencial para definir o tempo de recuperação. Segundo o médico especialista em medicina do esporte Carlos Eduardo Viterbo, lesões musculares são as mais frequentes no futebol e são classificadas em três níveis: grau 1, com ruptura microscópica e recuperação de duas a quatro semanas; grau 2, ruptura parcial das fibras e recuperação mais prolongada; e grau 3, ruptura total, que exige ainda mais tempo. O Brasil estreia na Copa do Mundo em seis dias, prazo insuficiente mesmo para o menor dos graus. A ausência de detalhes sobre a gravidade impede avaliar se há possibilidade de retorno antes do torneio, deixando a comissão técnica e os torcedores sem respostas claras sobre a situação do atleta.
Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação


