Argentina busca invencibilidade contra Inglaterra

Nesta quarta‑feira, 15 de julho, a seleção argentina de futebol enfrentará a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo, às 16h (horário de Brasília), no Mercedes‑Benz Stadium, em Atlanta, nos Estados Unidos. O técnico Lionel Scaloni chega ao confronto com a meta de preservar a invencibilidade histórica da Albiceleste nas semifinais, condição que só foi quebrada pela Alemanha, detentora do recorde de oito finais disputadas. A Albiceleste já participou de seis finais e de cinco semifinais desde que a competição adotou o formato atual. Em 1930, goleou os Estados Unidos por 6 a 1 na primeira semifinal, mas perdeu a final para o Uruguai. Em 1986, Maradona marcou os dois gols da vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica, levando a Argentina ao bicampeonato. Em 1990, a equipe venceu a Itália nos pênaltis e chegou à final, perdendo para a então Alemanha Ocidental. Após 24 anos, a Argentina voltou a disputar semifinal em 2014, derrotando a Holanda nos pênaltis e ficando com o vice‑campeonato. Até o momento, a seleção nunca foi derrotada nessa fase, mantendo a invencibilidade que a coloca ao lado da Alemanha, que detém oito finais. Se a Argentina vencer a Inglaterra, empatará o Brasil em número de finais, alcançando a sétima decisão. A partida será decisiva, pois a Albiceleste precisa de, no mínimo, quatro gols de diferença para avançar, critério estabelecido após a vitória brasileira sobre a Polônia. O confronto também traz implicações para o ranking de gols, já que a Argentina chegou à liderança de sua chave com saldo superior, impulsionado pela histórica goleada de 6 a 0 sobre o Peru. Ainda não há informações detalhadas sobre a transmissão local nem sobre os protocolos de segurança adotados no estádio, aspectos que costumam gerar dúvidas entre torcedores e autoridades esportivas. A expectativa permanece alta, mas a falta de esclarecimentos sobre logística e segurança deixa uma lacuna importante na cobertura do evento. Quem responderá por esses detalhes ainda não se manifestou, e a ausência de respostas pode influenciar a percepção pública sobre a organização da partida. A partida, que pode redefinir a história das semifinais, ainda guarda perguntas sobre preparação e transparência que só serão respondidas ao longo do jogo.

Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação

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