São Paulo inicia nova avaliação de asfalto afundado

A Avenida do Estado, no centro de São Paulo, tem um trecho de asfalto afundado há mais de um mês, localizado no número 1.397, próximo às ruas Tapajós e Luís Pacheco. Pedestres denunciaram o problema logo após o início do afundamento, o que levou à interdição de duas faixas da via. A prefeitura realizou um estudo preliminar e, a partir dos resultados, constatou a necessidade de uma nova avaliação em conjunto com a Sabesp. Essa nova análise foi concluída na última semana, segundo informações oficiais. A Sabesp informou que está conduzindo avaliações técnicas e elaborando laudos, mas ainda não definiu o prazo para a conclusão desses documentos nem as medidas corretivas que serão adotadas. Este incidente não é isolado. Em março, uma cratera se formou na Rua da Consolação após explosão causada por acúmulo de gases inflamáveis em uma galeria subterrânea, conforme relato da concessionária responsável. Embora nenhum ferido tenha sido registrado, o episódio evidencia vulnerabilidades recorrentes na infraestrutura viária da capital. As autoridades municipais têm respondido a esses eventos, mas os prazos de solução permanecem indefinidos. Com as faixas interditadas, a CET restringiu o tráfego, permitindo apenas automóveis e veículos de pequeno porte nas vias liberadas. Caminhões e veículos de grande porte foram redirecionados para a Avenida Cruzeiro do Sul. Agentes de trânsito monitoram a situação continuamente, enquanto painéis eletrônicos orientam os motoristas sobre as alterações de percurso. A falta de um cronograma claro para a reparação do asfalto afundado gera desconforto aos usuários e aumenta o risco de congestionamentos na região central. Apesar das avaliações em curso, a prefeitura ainda não divulgou um prazo definitivo para o início das obras corretivas, nem detalhou os procedimentos que serão adotados após a entrega dos laudos da Sabesp. A ausência de informações concretas deixa a população sem respostas claras sobre quando a via voltará a atender plenamente o fluxo de veículos, ressaltando a necessidade de maior transparência e agilidade nas comunicações oficiais.

Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação

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