Renan Santos foi oficializado neste sábado, 1º de maio, como candidato à Presidência da República pelo partido Missão, durante congresso realizado na Zona Leste de São Paulo. No discurso, o dirigente apresentou cinco metas para um eventual governo, destacando a intenção de que, ao final do mandato, nenhum estado brasileiro tenha mais beneficiários do Bolsa Família do que trabalhadores com carteira assinada. Entre as outras propostas, prometeu reduzir o número de homicídios para menos de 10 mil por ano, limitar a taxa de juros a 6% e alcançar superávit nominal, retirar 8 milhões de pessoas das favelas, reduzindo-as em 6 mil, e garantir que 9 em cada 10 crianças estejam alfabetizadas. Santos também afirmou que não distribuirá celular nem gás, priorizando a geração de empregos em vez da ampliação de benefícios sociais. A campanha será conduzida sem alianças, sem tempo de TV ou rádio, e com a menor parcela do fundo eleitoral, R$ 3,3 milhões – apenas 0,07% do total – sem direito ao fundo completo por não ter ultrapassado a cláusula de barreira. A proposta levanta dúvidas sobre a viabilidade das metas e a ausência de respostas oficiais de órgãos competentes, deixando a população sem clareza sobre os recursos e prazos necessários.
Redação Jornal Voz do Litoral
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