Santos Futebol Clube emitiu nota oficial repudiando as declarações ofensivas do presidente do Clube do Remo, Antônio Carlos Teixeira, que acusou a arbitragem e o VAR de interferência após a derrota por 1 a 0 que eliminou o Remo da Copa do Brasil na terça‑feira, 4 de julho. A nota, divulgada pelo clube santista, afirma que críticas esportivas são legítimas, mas ataques pessoais e acusações infundadas ultrapassam os limites do respeito e da ética, reforçando a defesa dos atletas e da integridade da instituição. No contexto da partida, o presidente do Remo, em zona mista no Estádio Mangueirão, criticou a arbitragem de Anderson Daronco e o uso do VAR, além de chamar Neymar de “vagabundo”. O clube santista respondeu destacando que qualquer análise da atuação da equipe de arbitragem deve considerar todos os lances, citando, entre eles, o chute que atingiu a barriga de Gabriel Barbosa e a cotovelada no rosto do volante Samuel Pierri, ocorridos no segundo tempo. A resposta de Santos não traz detalhes que comprovem ou refutem as alegações de favorecimento, nem indica se a federação ou o órgão responsável pelo VAR pretendem abrir investigação. Até o momento, nem o árbitro nem o próprio VAR emitiram pronunciamento oficial sobre o caso, e o Clube do Remo ainda não se manifestou sobre a nota de Santos. A ausência de esclarecimentos deixa em aberto a necessidade de apuração de possíveis irregularidades e a responsabilidade de órgãos superiores em garantir transparência nas decisões arbitrárias. O que falta é uma resposta concreta das autoridades responsáveis e do próprio Remo. Sem essas informações, torcedores e interessados permanecem sem saber se houve viés ou se as críticas são parte de um discurso provocativo. A falta de posicionamento oficial mantém a controvérsia aberta, exigindo acompanhamento futuro.
Redação Jornal Voz do Litoral
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