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— Acho que a mudança não é ofensiva. É defensiva. Porque não estamos pressionando em 5-3-2. Com Allan saltando de dentro para fora no lado esquerdo e com Vitinho saltando no lado direito. Mas às vezes tinha que saltar porque ficava longe para o Allan. Então começaram a subir o lateral e o Gerson que jogava no meio, além de outro meia, que acho que era Silva na linha. Às vezes tinham três na linha. E a gente com Montoro saltando. Já disse de Allan. Então ficávamos com quatro meias para cobrir o campo inteiro. E com esse salto, Allan não ficava tão longe. Mas claro, se tínhamos Allan e Danilo e eles com Silva, Romero e Matheus, eles tinham três e nós tínhamos dois. Por isso começamos com três contra três no meio, dois nos zagueiros deixando os laterais livres. Sabíamos que para cobrir todo o campo precisávamos de um meia a menos dentro e um a mais fora. Então passamos a defender em 5-2-3. Mas precisávamos ser valentes para travar o Matheus. Também víamos que a bola ficava na vantagem com o lado de Gerson, em um 4-4-2 que saltavam Matheus e Kaio Jorge com o ponta e o Newton. Tínhamos que levar a bola a Barboza, chegava Gerson e precisávamos levar a bola a Telles. Porque saltava lateral contra ele. E aí encontramos vantagens. Se você consegue olhar o primeiro lance da etapa final, a jogada foi com Montoro por dentro e a partir daí tivemos dois ou três minutos que criamos situações e conseguimos o gol. Acho que depois do gol, deixamos de pressionar. Normal. A equipe recuou, não gosto disso, mas também tinha que entender que era um momento do jogo em que precisávamos estar juntos e passar por um momento de descanso para ter trocas para ter novas pernas em campo. Com essa velocidade, tivemos jogadores com boas transições.
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