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— Cobrei de uma maneira mais enérgica e foram até o garoto e se deram mal, porque disse: “O Diniz é igual a um pai para mim”. Se ele dá alguma coisa, aí cria aquele circo que gostam, na maldade. Sou uma pessoa amorosa. Minha vida é ajudar o jogador de futebol. Aquilo é uma forma de ajudar. O respeito é fazer o cara produzir o que ele pode. Tirar os medos que os jogadores têm não é algo fácil. Fácil é ficar de fora sem ajudar, maltratando, falando mal, expondo o tempo todo. E numa hora dessas fazer o interesse de criar um clima desfavorável. Eu sei quem sou. Os jogadores sabem quem sou.
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