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— A gente teve uma estratégia diferente para jogar contra a forte equipe do São Paulo do André Jardine. Tinha um ataque com David Neres, Luiz Araújo e Lucas Fernandes. Era um timaço. A gente tinha enfrentado eles um mês antes pela Copa RS, e o São Paulo foi muito melhor e venceu de 2 a 0. A gente se preparou de uma forma específica, e um dos jogadores que precisou contar muito foi o Paquetá. Fizemos uma marcação mais pressão, e quando retomasse a bola eu queria o Paquetá num espaço mais livre, para ele se desmarcar e usar toda sua qualidade. A grande marca do Paquetá é a qualidade cognitiva dele, é muito inteligente. Quando passamos a estratégia para ele, lembro que falou: “Isso eu dou conta, consigo fazer”. Deu certo, devolvemos o placar e partimos para a semifinal. Era um grupo muito bom de trabalhar, e o Paquetá era um símbolo daquela equipe.
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