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O programa de profissionalização da arbitragem, anunciado pela CBF no começo da semana, atende uma demanda histórica para aprimorar a qualidade do jogo. Um campeonato com o nível de investimento do Brasileiro precisa de arbitragem de qualidade. Mas o efeito prático da medida, seu reflexo no campo de jogo, ainda é uma incógnita. E, além disso, não garante melhorias em um ponto crítico, que já se fez notar na primeira rodada: os critério no uso do VAR, esse editor de emoções, que nos faz aspirar gritos de gol de volta para os pulmões ao procurar uma pulga saltitando num rinoceronte a cada escanteio. Que o VAR não seja protagonista (e nem antagonista) do que acontece em campo, essa talvez seja uma das grandes premissas para um Brasileirão que, com a mudança de calendário, tem enorme potencial para ser histórico.
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