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O que a diretoria pode fazer com as dificuldades políticas e financeiras que o São Paulo enfrenta para poder também melhorar o elenco pensando nesses objetivos de Libertadores?
– Não vou fazer política. Eu vou cuidar do São Paulo até o dia 31 de dezembro. Política eu não vou fazer. Não sou candidato, não vou para a reeleição. Vou cumprir essa jornada de 11 meses aí. Entregar o cargo para o futuro presidente que tem que sair de uma união de todos os grupos. Foi o que eu brinquei outro dia. Eu vou colocá-los numa sala, vou trancar, tirar a chave. E se batam, brigam, discutam, depois de duas, três, quatro horas, alguém vai me chamar. Olha, decidimos. Vai ser essa diretoria, esse presidente do conselho, esse vice. Eu vou lá, vou aplaudir e vou abraçá-lo e vamos para a vitória.
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