A operação da Polícia Civil de Santos que terminou com a prisão de uma mulher acusada de aplicar golpes do “falso aluguel” começou após um jogador d

Golpe em jogador de futebol iniciou investigação contra mulher presa

A operação da Polícia Civil de Santos que terminou com a prisão de uma mulher acusada de aplicar golpes do “falso aluguel” começou após um jogador d

A operação da Polícia Civil de Santos que terminou com a prisão de uma mulher acusada de aplicar golpes do “falso aluguel” começou após um jogador de futebol da equipe da Portuguesa Santista de denunciar ser uma das vítimas da mulher.
A criminosa, identificada apenas como Daniela, foi detida na manhã desta terça-feira (26/8) fingindo ser proprietária de apartamentos na baixada santista, litoral de São Paulo.
8 imagensFechar modal.1 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil2 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil3 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil4 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil5 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil6 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil7 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil8 de 8Daniela foi presa pela Polícia CivilDivulgação/Polícia Civil
Além de Daniela, a investigação, que durou cerca de dois meses e conta com auxílio do Ministério Público, cumpre mais dois mandados de prisão no Amazonas e no Rio Grande do Norte.
Esses suspeitos foram identificados como os titulares das contas bancárias que recebiam os valores das vítimas, além de terem sido apreendidos equipamentos eletrônicos e documentos. Já Daniela era a responsável por postar os anúncios na internet.

Golpe pela internet
O Metrópoles obteve o boletim de ocorrência referente ao caso do jogador de futebol vítima da mulher. Segundo o registro, o atleta navegava pelo Facebook no dia 17 de maio quando viu o anúncio de um market place na plataforma sobre um apartamento, com quarto, sala e cozinha pelo valor de R$ 2.800.
O jogador então fez contato com a anunciante, identificada inicialmente pelo perfil como Kim Cardoso. O contato foi respondido no dia seguinte, direcionando o atendimento para um número de telefone. A vítima mandou mensagem para o número e foi respondido por Daniela, que usava o nome de Márcia Regina.

Leia também

São Paulo

Mulher é presa acusada de aplicar golpes de “falso aluguel” no litoral

São Paulo

Quem é a mulher presa por aplicar golpe do “falso aluguel” no litoral

São Paulo

Efeito Felca: SP registra aumento de denúncias de abuso de menores

São Paulo

Preso por ameaçar Felca compõe rede que hackeou sistemas de governos

Após um breve diálogo, a mulher falou que se o cliente quisesse conhece o imóvel teria que visitar o apartamento naquele mesmo dia, pois já havia outro interessado no local. A visita foi marcada e o jogador enviou fotos do próprio documento de identidade para a mulher para ter a entrada liberada no edifício, localizado em Santos. Ao chegar no local, foi liberado pelo porteiro.
4 imagensFechar modal.1 de 4Primeiras mensagens enviadas por uma das vítimas do golpeArquivo Pessoal2 de 4Mulher acusada de aplicar golpes dizendo que as chaves do falso aluguel estavam liberadasArquivo Pessoal3 de 4Foto de perfil no Facebook que atraiu jogador de futebol vítima de golpeArquivo Pessoal4 de 4Foto de perfil no Facebook que jogador de futebol vítima de golpe encontrou depoisArquivo Pessoal
Posteriormente, a mulher chegou no prédio e negociou o valor do aluguel com o cliente, fechando em R$ 1.500 por mês. Para fechar o contrato, a mulher exigiu do jogador um pagamento de um mês de aluguel adiantado e assim finalizaria o contrato e entregaria as chaves. O jogador fez o pagamento para uma outra pessoa indicada pela mulher, identificada como Herik Silva. Após a confirmação do pagamento, a entrega das chaves ficou marcada para o dia 26 de maio, nove dias após o primeiro contato.
Porém, na data marcada, o jogador foi até o prédio pegar as chaves, mas ouviu do sindico do condomínio que havia sido vítima de uma fraude e que já era a terceira ou quarta pessoa com o mesmo relato no local. Além disso, o administrador do edifício ainda afirmou que o porteiro que havia liberado a entrada da mulher e do cliente havia sido mandado embora.
Ao retornar para casa, a vítima entrou nas redes sociais e encontrou o perfil do Facebook que tinha iniciado contato com alterações nos dados pessoais.
O Metrópoles obteve outros dois boletins de ocorrência com outros dois casos muito semelhantes com a o do jogador.

Investigação

O caso do jogador foi o primeiro a chamar a atenção das autoridades policiais. O Metrópoles apurou que ao recolher o depoimento da vítima, as equipe de investigação constataram outros 40 boletins de ocorrência com modus operandi semelhantes aos descritos acima.
Até o momento desta publicação, a investigação não afirma que todos os registros tem ligação e diz que precisa averiguar o celular de Daniela para confirmar uma relação ou não.
Foram identificadas e localizadas outras duas pessoas que ajudavam a principal suspeita na criação dos perfis nas redes sociais. Elas também foram detidas. As prisões contaram com ajuda do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas e do Rio Grande do Norte.

Quem é a mulher presa
A reportagem também apurou que Daniela tinha um mandado de prisão em aberto e era procurada pelas autoridades do Rio de Janeiro por aplicar os mesmos golpes que praticou na Baixada Santista.
Além disso, a suspeita já havia sido presa anteriormente por aplicar o golpe do boa noite Cinderela em turistas na região de Copacabana.
Ainda não se tem certeza de quantas vítimas a mulher fez, mas a polícia diz ter pelo menos 40 boletins de ocorrência do mesmo caráter em seus registros. O trabalho policial durou cerca de dois meses e teve início após um jogador de futebol alegar ter sido uma das vítimas.

Fonte: link original

Please follow and like us:

Redação

Ricardo Severino, 50, Casado, Jornalista, Radialista, Desenvolvedor Web, Criador de conteúdo - MTB - 95472/SP

O empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, que matou a tiros o gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos, escreveu uma carta (foto em destaque)

Empresário que matou gari a tiros escreve carta após mudar de advogado

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) julga, nesta terça-feira (26/8), os recursos interpostos pelas defesas dos quatro réus condenados pela tragédi

Boate Kiss: Justiça decide nesta terça futuro dos quatro condenados