
Apesar da derrota na eleição para o comando da comissão, deputados e senadores governistas calculam que começarão as votações da CPMI do INSS, nesta terça-feira (26/8), com maioria.
Pelas contas de integrantes da tropa de choque aliada a Lula, o governo pode chegar a ter até 18 dos 31 votos no colegiado — a CPMI tem 32 integrantes, mas o presidente da comissão não vota.
4 imagensFechar modal.1 de 4Deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) e senador Carlos Viana (Podemos-MG) serão o relator e presidente da CPMI do INSS, respectivamenteHugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto2 de 4Alfredo Gaspar (União Brasil-AL) e Carlos Viana (Podemos-MG) na CPMI do INSSHugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto3 de 4CPMI investigará as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto4 de 4CPMI do INSS foi instalada no dia 20 de agostoHugo Barreto/Metrópoles
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O discurso de parlamentares governistas é de que a derrota na eleição para a presidência da CPMI foi um fato isolado e motivado pela ausência de senadores aliados ao governo durante a votação.
Após o resultado ruim, membros da articulação política do governo ligaram o alerta. A ordem é redobrar a atenção com as presenças de parlamentares no colegiado, para evitar novas derrotas.
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Governo mira ex-ministro de Bolsonaro
A estratégia do governo na CPMI, conforme noticiou a coluna, foi discutida por ministros e lideranças governistas do Congresso em reunião na manhã da segunda-feira (25/8), no Palácio do Planalto.
O discurso combinado foi o de que o governo tem interesse que a investigação da CPMI avance. Os governistas já admitem, inclusive, que será inevitável a convocação de ministros e ex-ministros de Lula.
A tropa de choque do Planalto, porém, também pretende mirar ex-ministros do governo Bolsonaro. Um dos que devem ser alvo de pedidos de convocação é Paulo Guedes, ex-ministro da Economia.
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