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Marinha busca lancha desaparecida perto da Ilha das Cobras
A embarcação ‘Jany’, com três pessoas a bordo, estava a cerca de 25 quilômetros da costa de Itanhaém
Diógenes Feitosa
25 ago 2025
– 22h23
| 2min de leitura
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Um proprietário de marina relatou que um dos ocupantes pediu ajuda, mas a comunicação se interrompeu perto da Ilha das Cobras | Foto: Reprodução/Redes Sociais
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O sumiço de uma lancha na região próxima à Ilha das Cobras, litoral de São Paulo, mobilizou equipes de resgate desde o sábado 23. O local é famoso por abrigar espécies raras de jararacas e por ter acesso restrito, sob controle da Marinha.O desaparecimento ocorreu quando a embarcação “Jany”, com três pessoas a bordo, estava a cerca de 25 quilômetros da costa de Itanhaém, conforme indicavam as coordenadas enviadas no pedido de socorro feito pelos tripulantes.+ Leia mais notícias de Brasil em OesteUm proprietário de marina relatou que um dos ocupantes pediu ajuda, mas a comunicação se interrompeu perto da Ilha das Cobras.Inicialmente, o resgate ficou sob responsabilidade do Grupamento de Bombeiros Marítimos, mas devido à distância em mar aberto, a Marinha assumiu as operações.
Buscas prejudicadas por condições climáticas e logísticaAs condições adversas do tempo têm dificultado as ações de busca, iniciadas logo depois de um alerta recebido pelo Corpo de Bombeiros Marítimo. As autoridades seguem procurando pelos desaparecidos e alertam para o cuidado com a manutenção e equipamentos de segurança nas embarcações.“Foram realizados os procedimentos de abertura de Busca e Salvamento pelo Comando do 8º Distrito Naval”, afirmou a Marinha em nota. “O Navio-Patrulha Guajará encontra-se no local realizando as buscas. A Capitania dos Portos de São Paulo reforça a importância da manutenção preventiva das embarcações, da verificação dos equipamentos de salvatagem e do uso adequado dos meios de segurança pelos navegadores.”Perigos e restrições da Ilha das CobrasA Ilha da Queimada Grande, popularmente chamada de Ilha das Cobras, fica a quase 35 quilômetros do litoral paulista, próxima a Itanhaém. O local não possui praias, o que dificulta a aproximação de barcos. É reconhecida por abrigar a jararaca-ilhoa, serpente de veneno mais potente que a jararaca comum, e pela alta concentração desses répteis, superada apenas por uma ilha na China.Leia também: “Os bárbaros”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 284 da Revista Oeste
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