Startup apoiada pela Microsoft quer usar feixe de átomos para produção de chips

<!–>

–><!–>–>Tilt
<!–>

Startup apoiada pela Microsoft quer usar feixe de átomos para produção de chips

–>

–>

<!–>

Por Max A. Cherney e Stephen Nellis

–>

SÃO FRANCISCO, Estados Unidos, 23 Mar (Reuters) – A Lace, uma startup de equipamentos para produção de chips sediada na ​Noruega e apoiada pela Microsoft, levantou US$40 ​milhões em financiamento para desenvolver ainda uma tecnologia que pode trazer avanços significativos no projeto e na fabricação de semicondutores, anunciou a empresa nesta segunda-feira.

<!–>

Para produzir chips de última ​geração, fabricantes como Taiwan ⁠Semiconductor Manufacturing ​Co e Intel empregam um processo chamado litografia, que usa ⁠luz para desenhar circuitos complexos. Esses fabricantes ​usam sistemas de litografia baseados em luz produzidos pela holandesa ASML, que domina o mercado.

–>

<!–>

–><!–>

<!–>

–>

<!–>

O campo atraiu um novo interesse de investidores e ‌governos com o surgimento de uma nova ‌leva de ​startups, algumas das quais pretendem competir com a ASML.

–>
<!–>

A Lace desenvolveu uma nova abordagem. Em vez de luz, os engenheiros da Lace criaram uma forma ‌de litografia que usa um feixe de átomos de hélio. Com isso, a empresa norueguesa será capaz de criar designs de chips 10 vezes menores do que é possível atualmente, disse o presidente-executivo, Bodil Holst, à Reuters.

–>

“Nossa tecnologia é uma maneira de expandir potencialmente o roteiro e ser um facilitador para fazer coisas que não seriam possíveis de outra forma”, disse Holst.

<!–>

A principal vantagem do feixe de átomos ‌de hélio é que o setor pode criar recursos como transistores em uma ordem de magnitude menor, em um grau “quase inimaginável”, de acordo ​com John Petersen, diretor científico de litografia do Imec, um centro de pesquisa e inovação para o setor ‌de chips.

–>

O feixe que a Lace usará para fabricar chips tem aproximadamente a largura de um único átomo de hidrogênio, ou 0,1 nanômetro. As ferramentas ‌de litografia da ASML usam um ‌feixe de luz com cerca de 13,5 nanômetros; um fio de cabelo tem cerca de 100.000 nanômetros ⁠de largura.

<!–>

Transistores menores e outros recursos dariam aos fabricantes de chips a capacidade de aumentar o desempenho de processadores avançados de IA muito além das capacidades atuais. A tecnologia da Lace permitiria que os fabricantes de chips imprimam wafers de semicondutore com ​uma “resolução atômica”, disse Holst.

–><!–>

–>

Continua após a publicidade

<!–>

A ​rodada de financiamento da empresa foi liderada pela Atomico, com investimentos adicionais do braço de risco da Microsoft, M12, Linse Capital, Sociedade Espanhola de Transformação Tecnológica e Nysnø.

–>

A Lace, que não quis comentar o valor da empresa após a rodada, desenvolveu protótipos de sistemas e pretende ter uma ferramenta de teste em uma fábrica piloto de chips, ou fab, por volta de ⁠2029. A empresa apresentou suas descobertas em um trabalho de pesquisa convidado em uma ​reunião de cúpula de litografia científica em fevereiro.

Deixe seu comentário

<!–>

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

–>

<!–>

Startup apoiada pela Microsoft quer usar feixe de átomos para produção de chips

Gás do Povo chega a 15 milhões de famílias com expansão