STF monta esquema máximo de segurança para julgamento de Bolsonaro e aliados

Esquema inédito de segurança transformará Brasília em zona de vigilância máxima durante o julgamento do núcleo central da suposta tentativa de golpe.Esquema inédito de segurança transformará Brasília em zona de vigilância máxima durante o julgamento do núcleo central da suposta tentativa de golpe. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

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O Supremo Tribunal Federal (STF) reforçará a segurança para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus. A análise começa em 2 de setembro e vai até o dia 12.

Entre as medidas está o fechamento da Praça dos Três Poderes. Além disso, haverá uso de cães farejadores, drones e reforço no efetivo de agentes.

A segurança da Corte atua em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Dessa forma, as ações incluem barreiras, detectores de metais e rondas ampliadas.

Policiais judiciais de outros tribunais também foram chamados. O grupo inclui servidores do STJ, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Já há vigilância permanente no STF. Aproximadamente 30 agentes extras permanecem no local durante a noite, com varreduras semanais nas residências dos ministros.

Julgamento de Bolsonaro e 7 de setembro demandam força-tarefa especial

O tribunal adota estratégias de risco dinâmicas. Além disso, há uma força-tarefa formada por equipes do Distrito Federal e de cortes superiores.

A Polícia Militar do DF intensificará a presença de viaturas no entorno. A medida também cobre o feriado de 7 de setembro, quando o julgamento estará em andamento.

O ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma, marcou sessões extraordinárias em setembro. O julgamento será presencial e poderá definir o futuro dos acusados.

Entre os réus estão ex-ministros, militares e aliados de Bolsonaro. Eles respondem por tentativa de golpe e por conspirar contra o resultado das eleições de 2022.

As defesas negam envolvimento e alegam falta de provas. O colegiado decidirá pela condenação ou absolvição.

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Redação

Ricardo Severino, 50, Casado, Jornalista, Radialista, Desenvolvedor Web, Criador de conteúdo - MTB - 95472/SP

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