A campanha de Renan Santos, presidente do Missão e coordenador do MBL, aposta nos debates na televisão aberta para vencer o desconhecimento e conquistar os eleitores que rejeitam a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro. Renan se coloca como um ‘outsider’ da política e um candidato antissistema, mirando o eleitor desengajado que rejeita Flávio e Lula. Recentemente, números de pesquisas eleitorais animaram a equipe de campanha, que vê o desconhecimento de Renan e do partido como a maior barreira. A assessoria do Missão participou de reuniões com emissoras e aguarda os convites formais para os debates. Renan afirmou em vídeo que ‘não há ato mais importante para uma democracia do que a participação nos presidenciais no debate’. Ele respondeu ao ministro Guilherme Boulos, que disse que os debates serviriam para ‘o menino do MBL fazer corte para rede social’, interpretando a fala como ‘medo’ da pré-campanha de Lula. Renan disse que ‘a gente já soube que o sr. Flávio Bolsonaro também estava com medo, mas o Lula agora se tornou um fato’. O Missão surgiu a partir do MBL, que teve Renan como um dos fundadores em 2014. A campanha de Renan pretende adotar linguagem ‘disruptiva’ para ganhar projeção nacional e visita a municípios menores. As ações incluem atualizações constantes nas redes sociais.
Redação Jornal Voz do Litoral
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