Assistência Social de Caraguatatuba promove formação para fortalecer prevenção

O Setor de Educação Permanente e das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) promoveu, nos dias 6, 7 e 8 de outubro, uma formação voltada aos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e profissionais que integram a rede de proteção de crianças e adolescentes. Realizada no auditório da Secretaria de Assistência Social, a capacitação teve como tema “Desafios da prevenção e erradicação do trabalho infantil e proteção ao adolescente trabalhador no Brasil contemporâneo: metodologias e dispositivos práticos e operacionais”. O encontro buscou ampliar a qualificação das equipes para a identificação, prevenção e enfrentamento de situações de trabalho infantil, além de fortalecer as estratégias de proteção aos adolescentes inseridos no mundo do trabalho, dentro das condições previstas pela legislação. Participaram da formação trabalhadores do SUAS, representantes da Comissão Intersetorial do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (CIPETI), membros do Conselho Tutelar, profissionais da Educação Inclusiva, educadores da Organização da Sociedade Civil (OSC) Casa Beija-Flor e assistente social da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A capacitação foi conduzida pelo professor e psicólogo José Carlos Bimbatte Junior, da Associação de Pesquisadores e Formadores da Área da Criança e do Adolescente (NECA). Ao longo dos três dias, o especialista apresentou conteúdos teóricos e metodologias práticas relacionadas à prevenção e ao enfrentamento do trabalho infantil. Os participantes tiveram contato com ferramentas destinadas a aprimorar a identificação de possíveis situações de exploração, além de estratégias para qualificar os encaminhamentos e fortalecer a articulação entre os diferentes serviços que compõem a rede de proteção. A formação também destacou a importância de uma atuação integrada entre as políticas públicas, uma vez que situações de trabalho infantil podem apresentar diferentes características e exigir respostas articuladas entre assistência social, educação, saúde, segurança e demais órgãos envolvidos na garantia de direitos. A qualificação busca preparar as equipes para reconhecer situações que, muitas vezes, podem não ser identificadas de imediato, além de ampliar a capacidade de intervenção diante de possíveis violações de direitos. As atividades integram as ações desenvolvidas pela AEPETI, em parceria com o Setor de Educação Permanente da Secretaria de Assistência Social, e fazem parte da estratégia

Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação

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