Casos de câncer relacionados ao 11 de Setembro aumentaram 900% em 10 anos Milhares de socorristas e sobreviventes foram diagnosticados com doenças ligadas às toxinas da fumaça Elizabeth Wolfe , da CNN 11/09/26 às 10:10 | Atualizado 11/09/26 às 11:46 matéria Quando as Torres Gêmeas desabaram, elas lançaram uma nuvem de poeira tóxica sobre o sul de Manhattan e provocaram incêndios que duraram meses, liberando fumaça cancerígena no ar. Nos meses e anos seguintes, milhares de socorristas foram diagnosticados com doenças relacionadas à sua atuação no “Marco Zero”, segundo o Programa de Saúde do World Trade Center. Muitas dessas doenças foram fatais, levando à morte mais de 600 integrantes do Corpo de Bombeiros de Nova York e mais de 450 policiais do Departamento de Polícia de Nova York. Essas toxinas também foram associadas a doenças em milhares de pessoas que trabalhavam, moravam ou frequentavam escolas na área do desastre — consideradas sobreviventes, segundo o programa. Leia Mais Em 2010, o Congresso aprovou a criação do Programa de Saúde do World Trade Center para oferecer tratamento gratuito a socorristas e sobreviventes com problemas de saúde relacionados ao ataque em Nova York e aos locais associados no Pentágono e em Shanksville, na Pensilvânia. Desde a criação do programa, o número de pessoas em busca de assistência disparou. Logo no primeiro ano, cerca de 60 mil sobreviventes e socorristas se inscreveram. Até 2026, esse número mais do que dobrou, chegando a aproximadamen
Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Ricardo Severino via WhatsApp

