O técnico Dorival Junior explicou, na entrevista coletiva pós-jogo, a decisão de manter o atacante Calleri no banco durante a vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, realizada neste sábado (5) no Morumbi. Segundo Dorival, Calleri segue em processo de recuperação e tem apresentado evolução diária, mas a comissão optou por não arriscar o atleta em um período em que a equipe enfrenta duas semanas com vários compromissos. A estratégia adotada incluiu a utilização de três zagueiros e a presença de um terceiro homem flutuando entre os volantes, formação que, segundo o treinador, deu ao time maior corpo para pressionar e garantir os três pontos. O contexto da partida revela um calendário apertado: após a vitória, o São Paulo encara o Boca Juniors na Bombonera, em Buenos Aires, na terça‑feira (8) às 21h30 (horário de Brasília), e retorna ao clássico contra o Palmeiras no sábado (12) às 18h30, no Nubank Parque. As duas vitórias recentes na competição nacional reforçaram a necessidade de manter o elenco em condições ideais, conforme enfatizado por Dorival ao citar a importância de ter todos os jogadores aptos para os próximos desafios. Nos desdobramentos, a escolha tática de três zagueiros e o homem de ligação entre os volantes foi apontada como fator decisivo para a pressão exercida sobre o Galo, culminando no resultado positivo. Dorival ressaltou que a escalação pode ser ajustada para o confronto contra o Boca, dependendo das exigências específicas de cada partida, mas não detalhou quais alterações poderiam ocorrer. A matéria deixa em aberto a razão exata pela qual Calleri não foi utilizado, apesar da evolução apontada, e quem será o responsável final pelas decisões de escalação nas próximas partidas. A ausência de um posicionamento oficial da diretoria ou da comissão técnica sobre essas questões permanece sem resposta, gerando expectativa entre torcedores e analistas sobre a definição do time para os compromissos que se aproximam.
Redação Jornal Voz do Litoral
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