Com o objetivo de manter os torcedores de futebol e o público em geral a salvo de doenças graves durante a Copa do Mundo, uma equipe de saúde pública sediada em Washington, DC, planeja monitorar águas residuais e conversas na internet para detectar e rastrear doenças infecciosas. O evento de 39 dias começa no México e mais de 6,5 milhões de torcedores de futebol são esperados, vindos de mais de 100 países, para assistir a 104 jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. A dimensão do evento e as viagens internacionais envolvidas representam um risco elevado de rápida transmissão de doenças num momento em que os recursos de saúde pública dos EUA, já sobrecarregados, enfrentam surtos de sarampo, ebola e hantavírus no país e no exterior. Os cortes orçamentários e de pessoal promovidos pelo governo Trump, juntamente com a saída dos EUA da Organização Mundial da Saúde, agravaram esses desafios, segundo os organizadores da nova iniciativa de monitoramento da doença.
Redação Jornal Voz do Litoral
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