Flávio Bolsonaro, senador e candidato à Presidência, afirmou na noite de sexta‑feira (16) em entrevista concedida à TV Globo que seu irmão, Eduardo Bolsonaro, não ocupará o cargo de chanceler caso o candidato vença o segundo turno das eleições.
O senador descreveu Eduardo como um “perseguido político” que está no exterior denunciando as arbitrariedades existentes no Brasil. Segundo Flávio, a história ainda reconhecerá o irmão como alguém que se sacrificou para defender a democracia do país.
Flávio ressaltou que Eduardo realiza um trabalho “brilhante” e que, ao longo de mais de dez anos, construiu um relacionamento internacional com diversos líderes políticos conservadores. Contudo, o senador enfatizou que a nomeação para o Ministério das Relações Exteriores – cargo de chanceler – constitui um assunto distinto, indicando que não há intenção de designá‑lo para a pasta.
A declaração deixa indefinida a escolha do futuro chanceler, já que Flávio Bolsonaro não apontou outro nome nem detalhou os critérios que orientarão a decisão. A entrevista encerra‑se sem que a campanha apresente alternativas, mantendo a pauta aberta sobre quem assumirá a liderança da diplomacia brasileira caso o candidato seja eleito.
Redação Jornal Voz do Litoral
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