A cientista política Luciana Veiga afirma que o gap de gênero, que tradicionalmente mostrava as mulheres tendendo a votos mais conservadores, se inverteu de 2018 para cá. Essa diferença entre os votos de mulheres e homens vai definir a eleição presidencial de 2026. Luciana Veiga ponderou que o eleitorado feminino não é um ‘corpo único’, com vertentes mais conservadoras e progressistas. Ela também destacou que os homens estão caminhando para uma perspectiva mais conservadora. A avaliação foi feita durante participação no WW Especial: A influência das mulheres na eleição de 2026.
Redação Jornal Voz do Litoral
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