A Guarda Revolucionária do Irã divulgou, na noite de 13 de maio, um comunicado afirmando que dois “supertanques infratores” foram atingidos e ficaram inoperantes no Estreito de Ormuz após ignorarem avisos, desligarem seus sistemas de navegação e tentarem percorrer uma “rota minada”. O comunicado acusa os Estados Unidos de incitar embarcações a usar uma rota ilegal e alerta que a cooperação com o “inimigo agressor” provocaria danos, atrasos na reabertura do estreito e uma crise energética global. O relato surge logo depois de dois navios‑tanque dos Emirados Árabes Unidos, o Al‑Bahiya e o Mombasa, serem atingidos por mísseis iranianos na parte sul do Estreito, enquanto navegavam em águas territoriais de Omã; um tripulante indiano a bordo do Mombasa morreu, segundo o Ministério da Defesa dos Emirados. O comunicado iraniano não menciona os nomes dos navios que teria atingido, nem a bandeira sob a qual navegavam, nem especifica o horário do ataque. Essa ausência de detalhes dificulta a verificação independente dos fatos e deixa em aberto a extensão real dos danos anunciados.
Redação Jornal Voz do Litoral
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