Na segunda‑feira (17), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria‑Geral da República se manifeste em até cinco dias acerca do destino de dez armas apreendidas da residência do ex‑presidente Jair Bolsonaro pela Polícia Federal. O pedido surge após a própria PF solicitar ao STF uma definição sobre o futuro desses equipamentos. Em 8 de julho, Moraes autorizou a operação que resultou na apreensão de armas, munições e acessórios, além de revogar os registros de colecionador, atirador desportivo e caçador (CAC) vinculados a Bolsonaro. Essa medida estabeleceu a base legal para a retenção dos itens e para o acompanhamento judicial subsequente. Com a solicitação ao PGR, abre‑se agora um prazo de cinco dias para que o órgão apresente sua posição sobre a destinação das armas. A resposta poderá influenciar processos judiciais em curso contra o ex‑presidente, embora ainda não haja indicação pública de qual será o destino final dos objetos apreendidos. A PF, que inicialmente requereu ao STF a definição, aguarda o parecer da PGR para avançar nas providências. O prazo estabelecido está em contagem, mas até o momento não há divulgação de posicionamento oficial da PGR. A ausência de informações deixa em aberto questões sobre a destinação dos armamentos e possíveis consequências legais para Bolsonaro. A apuração continua em busca de respostas concretas sobre o desfecho desse caso.
Redação Jornal Voz do Litoral
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