Neoenergia Elektro reforça equipes antes de ciclone bomba

Neoenergia Elektro anunciou, nesta sexta‑feira (7), o reforço de ações preventivas e operacionais para mitigar os impactos de um ciclone extratropical, conhecido como “ciclone bomba”, que deve atingir partes do estado de São Paulo a partir de quinta‑feira (6/8). A concessionária informou que equipes técnicas ficarão de sobreaviso em áreas estratégicas, garantindo pronta resposta a eventuais ocorrências. Conforme a Defesa Civil, as rajadas de vento podem alcançar de 90 a 110 km/h no litoral paulista, na Serra do Mar e no Vale do Paraíba, regiões onde a empresa possui maior risco climático. Desde o início da semana, a Neoenergia Elektro participa das reuniões do Gabinete de Crise instalado pelo Governo do Estado de São Paulo, ampliando o número de profissionais em campo e intensificando o monitoramento das condições climáticas em toda a sua área de concessão, com foco especial no Litoral Sul. O Centro de Operações Integrado (COI) acompanha em tempo real as condições atmosféricas e gerencia o sistema elétrico dos municípios potencialmente afetados, priorizando o atendimento a hospitais, unidades de saúde, segurança pública e clientes que dependem de equipamentos vitais. A distribuidora mantém canais de comunicação direta com as prefeituras municipais e representantes dos serviços públicos essenciais, buscando garantir que qualquer intercorrência seja tratada com prioridade máxima. Apesar da intensificação das medidas, a empresa não divulgou prazos específicos para a conclusão das ações nem detalhou planos de contingência além das orientações gerais de segurança, como evitar a proximidade de fios caídos e acionar imediatamente os canais oficiais de atendimento. A falta de informações mais precisas deixa a população em dúvida sobre a efetividade das respostas previstas, sobretudo diante da possibilidade de ventos fortes e tempestades que podem causar interrupções no fornecimento de energia. O que ainda não foi esclarecido é como a Neoenergia Elektro pretende equilibrar a necessidade de manutenção da rede com a segurança dos trabalhadores em campo, e quais critérios serão adotados para priorizar intervenções em áreas críticas. Essa lacuna de detalhes permanece aberta e será acompanhada nas próximas atualizações.

Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação

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