Na manhã da quarta‑feira (5), a cidade de São Paulo registrou 768 km de congestionamento, segundo a CET, no segundo dia da greve dos ferroviários da CPTM. O rodízio veicular permanece suspenso e as linhas 11‑Coral, 12‑Safira e 13‑Jade operam de forma restrita: a 11‑Coral circula apenas entre Guaianases e Palmeiras‑Barra Funda; a 12‑Safira funciona entre Engenheiro Goulart e Brás; a 13‑Jade parte às 6h, mas com intervalos de 30 minutos entre Engenheiro Goulart e Aeroporto‑Guarulhos. Para mitigar o impacto, a CET enviou 95 ônibus de apoio à Linha‑11, 90 à Linha‑12 e 10 à Linha‑13, enquanto o metrô reforçou a frota nas suas linhas. O presidente da CPTM, Michael Cerqueira, informou que o sindicato descumpriu a determinação do TRT, que exigia 80% do efetivo nos picos e 60% nos demais períodos; apenas 40% dos trabalhadores estão em serviço e 3% dos maquinistas compareceram. Por esse descumprimento, a entidade pode ser multada em R$ 400 mil por dia. O diretor do sindicato, Luiz Júnior, contestou a multa, alegando que o percentual exigido está sendo respeitado. A CPTM ressaltou que não há demissões no processo de concessão e que a manutenção dos empregos foi garantida pelo governo.
Redação Jornal Voz do Litoral
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