A seleção argentina realizou treinamento fechado na véspera da final da Copa do Mundo, atrasado 40 minutos por forte chuva e raios, seguindo o protocolo de segurança das autoridades dos Estados Unidos. O centro de treinamentos, que serviu de base para a seleção brasileira durante a Copa, recebeu a equipe rival que chegou onde o Brasil não conseguiu. Lionel Scaloni agradeceu a oportunidade de treinar, mas manteve os planos para a partida de domingo (19) fora do alcance das lentes e dos jornalistas. O local já havia sido palco de decisões estratégicas, como a escolha de Ángel Di María como titular nas semifinais do Catar em 2018, decisão que culminou em gol e no título. Na ocasião, Scaloni optou pela experiência do atacante de 34 anos. Agora, a dúvida recai sobre Rodrigo De Paul, que pode iniciar a partida ou permanecer no banco, como ocorreu contra a Inglaterra, quando Giuliano Simeone, nove anos mais jovem, começou a partida. Scaloni afirmou que as escalações iniciais mudam conforme o tempo de jogo de cada atleta e as condições físicas, mas não divulgou detalhes adicionais. A seleção chegou ao treinamento em condição física considerada adequada, sem relatos de lesões ou problemas médicos. Todos os dez jogadores que acompanham Lionel Messi desde o início permanecem disponíveis, e a comissão técnica ainda não divulgou a lista definitiva de titulares. A ausência de informações deixa a imprensa e os torcedores sem pistas claras sobre a formação que entrará em campo. Com a decisão ainda em aberto, a imprensa permanece à espera de um posicionamento oficial. A falta de transparência sobre a escalação pode gerar especulações até a hora do apito inicial. Quem definirá a equipe titular e quais critérios orientarão a escolha permanecem incertos, aguardando a divulgação oficial nos próximos minutos antes do início da partida.
Redação Jornal Voz do Litoral
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