O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, fez um apelo público nesta sábado (18) para que Cuba libere imediatamente mais de 700 presos políticos, após a chegada aos Estados Unidos do artista dissidente cubano Luis Manuel Otero Alcántara, que passou cinco anos encarcerado. A declaração foi feita durante uma reunião bilateral entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o emir do Catar, Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani, realizada à margem da cúpula do G7 em Evian-les-Bains, França. Rubio confirmou a presença de Otero Alcántara em Miami e, em comunicado, reiterou que a comunidade internacional deve deixar de “fazer vista grossa” às violações de direitos humanos cometidas pelo regime cubano, exigindo o fim da repressão contra os detidos. O pedido surge num contexto de crescente pressão internacional sobre Havana, mas até o momento o governo cubano não respondeu ao pedido nem ofereceu detalhes sobre as condições dos presos. A ausência de uma resposta oficial levanta dúvidas sobre quais medidas concretas poderão ser adotadas pelos Estados Unidos e seus aliados para pressionar a libertação dos presos. Enquanto isso, a situação dos mais de 700 detidos permanece incerta, e a comunidade internacional ainda busca caminhos para efetivar a exigência de libertação sem escalada diplomática. O que a resposta de Cuba trará para a disputa de direitos humanos? A questão permanece em aberto, aguardando posicionamento oficial.
Redação Jornal Voz do Litoral
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