Na manhã de terça‑feira, 4, a categoria dos trabalhadores da CPTM manteve a paralisação após assembleia realizada na noite anterior. No segundo dia consecutivo de greve, o congestionamento nas linhas da companhia piorou, com o estado de São Paulo registrando mais de 700 quilômetros de lentidão nas vias de transporte público. A própria categoria reivindica garantia de empregos diante das recentes concessões de linhas, temendo demissões. O levantamento de 700 km foi divulgado pelos órgãos de monitoramento de tráfego, evidenciando o impacto da paralisação no deslocamento diário de milhares de passageiros. Contudo, a reportagem não traz informações sobre respostas oficiais das autoridades ou medidas emergenciais adotadas para mitigar o problema. A ausência de detalhes sobre negociações ou prazos para o fim da greve deixa a população sem clareza sobre quando a normalidade será restabelecida. Enquanto isso, a greve continua, ampliando o desconforto dos usuários e pressionando o debate sobre a sustentabilidade das concessões e a segurança laboral dos trabalhadores da CPTM.
Redação Jornal Voz do Litoral
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