São Paulo manteve a suspensão do rodízio de veículos, decisão tomada em meio à greve dos ferroviários que ainda persiste. A medida foi mantida porque a paralisação compromete o funcionamento das linhas 11‑Coral, 12‑Safira e 13‑Jade da CPTM, essenciais ao transporte diário de milhares de passageiros. Sem a operação dessas linhas, a mobilidade urbana enfrenta maior pressão, exigindo que motoristas enfrentem congestionamentos adicionais nas vias da capital. Até o momento, a administração municipal não estabeleceu um cronograma para a retomada do rodízio, nem informou quando a greve será encerrada. Os representantes dos trabalhadores ferroviários ainda não apresentaram prazo para o retorno das atividades. A população, que depende tanto do transporte público quanto das restrições de circulação para melhorar o fluxo, permanece sem respostas claras. A falta de definição gera dúvidas sobre a estratégia de gestão de tráfego durante o período de paralisação, deixando a cidade em estado de incerteza quanto à normalização dos deslocamentos.
Redação Jornal Voz do Litoral
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