Trump lamenta 17 mortos e elogia ofensiva

No domingo, 20 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que “sentimos muito” pelos militares norte‑americanos mortos na guerra contra o Irã, elevando o número de vítimas fatais para 17. A fala foi feita a repórteres ao retornar a Washington, logo após assistir à final da Copa do Mundo, e ao mesmo tempo elogiou as forças dos EUA, afirmando que o Irã foi “muito, muito prejudicado”. O comunicado de Trump chegou pouco depois do Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciar a nona noite consecutiva de ataques contra o Irã. Segundo o CENTCOM, um militar foi morto no norte do Iraque no sábado (18) e dois morreram em ataques na Jordânia na sexta‑feira (17). Essas mortes foram incluídas no total de 17 militares americanos mortos na operação. Apesar da expressão de pesar, Trump destacou que “aqueles grandes patriotas estão lá fora lutando para que o Irã não possa ter uma arma nuclear” e que os EUA “os atingiram com muita força novamente esta noite”. Não houve, no registro da matéria, declarações oficiais de um porta‑voz do Pentágono ou de outras autoridades militares explicando as circunstâncias das mortes ou detalhando as próximas etapas da campanha. A contradição entre o luto anunciado e o elogio à ofensiva deixa sem resposta quem deveria esclarecer o impacto humano da estratégia adotada. Enquanto a população e representantes militares aguardam esclarecimentos, a falta de informações oficiais sobre os planos de ação e suporte às famílias das vítimas permanece aberta. Quem explicará essa contradição? Veja a apuração completa no site.

Redação Jornal Voz do Litoral
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