Vitor Hugo Simonin, de 18 anos, foi indiciado na 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana na última quarta‑feira (5) por estupro de vulnerável cometido durante uma festa em Botafogo no ano de 2025. O indiciamento ocorre após sua prisão em janeiro deste ano, quando foi acusado de participar de estupro coletivo contra uma adolescente do Colégio Pedro II, também em Copacabana. Na nova denúncia, a vítima, então alcoolizada, afirmou que Simonin a forçou a fazer sexo oral, apesar de suas repetidas recusas. Testemunhas ouviram que o acusado tentou tocar a adolescente em diversos momentos sem permissão, e a própria vítima relatou o ocorrido chorando. O relatório final do inquérito aponta “robustos indícios de autoria” contra Simonin. Além desse caso, a Delegacia de Atendimento à Mulher da Zona Sul abriu, em julho, um inquérito sobre um possível estupro de outra adolescente de 17 anos durante o pré‑carnaval de 2026, investigação que segue sob sigilo. Outros réus ligados ao crime coletivo de Copacabana, como Matheus Veríssimo Zoel Martins e Gabriel de Oliveira Palmieri, também permanecem presos no Presídio Juíza de Direito Patrícia Acioli, em São Gonçalo. A audiência prevista para sexta‑feira (7) foi adiada para 13 de agosto, dando ao Ministério Público dez dias para apresentar alegações finais, seguidos de igual prazo para as defesas. Um adolescente envolvido foi internado compulsoriamente pela Vara da Infância e Juventude, conforme determinação da juíza Vanessa Cavalieri. O processo avança, mas ainda carece de informações sobre prazos de julgamento e responsabilização dos acusados.
Redação Jornal Voz do Litoral
Imagens: Divulgação


